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  • Lidiane Magalhães

Alergia alimentar

Atualizado: 26 de jul.


Alergia alimentar está entre as alergias que mais crescem no mundo. No Brasil não há estatísticas oficiais, mas percebe-se que o número de novos casos e a gravidade das reações parecem estar aumentando. Crianças pequenas apresentam reações anafiláticas com maior frequência, o número de novos alimentos identificados como alérgenos é crescente e não existe uma forma de prevenir o seu aparecimento, é o que diz a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

A alergia alimentar resulta de uma resposta exagerada do organismo a uma determinada substância presente nos alimentos, com sintomas que podem surgir na pele, no sistema gastrointestinal e respiratório. As reações podem ser leves, como simples coceira nos lábios, até reações graves que podem comprometer vários órgãos.

Qualquer alimento pode desencadear reação alérgica. No entanto, leite de vaca, ovo, soja, trigo, amendoim e castanhas, peixe e crustáceos são os mais envolvidos. O diagnóstico da alergia é feito por um médico, que avalia os sintomas, a saúde atual e o histórico familiar. Também pode solicitar exames, como o teste cutâneo e o teste de provocação oral.

Até o momento, segundo a Associação, não existe um medicamento específico para prevenir a alergia alimentar. Uma vez diagnosticada, são utilizados medicamentos para o tratamento dos sintomas, e a indicação da retirada do alimento da dieta. Ler o rótulo dos alimentos é importante, buscando identificar nomes relacionados ao alimento que lhe desencadeou a alergia. Por exemplo, soro, lactoalbumina ou caseinato apontam para a presença de leite de vaca.

Geralmente as alergias a leite, ovo e soja são resolvidas até a adolescência. A sensibilidade ao amendoim, nozes, peixe e camarão dificilmente desaparece.

Para mais informações acesse o site da ASBAI.


Fonte:

https://asbai.org.br/alergia-alimentar-4/


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